quarta-feira, 9 de abril de 2014

DF: Manifestantes são detidos após confusão no Metrô de Ceilândia

Um atraso na circulação de trens do metrô em Ceilândia Centro terminou em confusão na Avenida Hélio Prates, nesta quarta-feira (9/4). Segundo o Sindicato dos Metroviários, a manifestação começou após um trem quebrar na estação, por volta de 7h40. Alguns passageiros esperavam no local desde às 6h.

O sindicato informou ao Correio, ainda, que a primeira composição da estação Ceilândia, que estava programada para circular teve um princípio de incêndio após uma falha técnica, e não pode concluir o itinerário. O segundo trem, chegou a parar na estação, mas não conseguiu fechar as portas. Os passageiros se revoltaram e começaram a quebrar o vagão e, com ajuda de extintores, destruíram os vidros e jogaram pó químico na cabine do piloto.

Devido ao grande número de pessoas, os vigilantes tiveram que acionar o Batalhão de Choque da Polícia Militar. Revoltados, o grupo saiu do metrô e seguiu em direção a avenida Hélio Prates, que fica em frente a estação. Os passageiros fecharam a via em dois pontos, sentido Estrutural. A polícia tentou dispersar os manifestantes com bombas de efeito moral. Ao menos cinco pessoas foram detidas.

Mais cedo uma reapresentante do Sindicato dos Metroviários foi detida ao tentar entrar na sala de controle do Metrô-DF, em Águas Claras. A mulher alegou que foi agredida por vigilantes. A vítima registrou ocorrência e seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame de corpo e delito.

Segundo o sindicato, a sindicalista teria recebido uma denúncia informando que seriam disponibilizados 16 trens nesta quarta-feira, contrariando a determinação da greve de circular apenas com sete ou oito trens. O sindicato afirmou que algumas dessas composições que seriam colocadas em circulação estavam com defeito, e outras seriam pilotadas por funcionários da manutenção, que não têm qualificação para conduzir o trem. O sindicato salientou que a manutenção preventiva não é feita há meses, pois não há fiscalização.

Contrariando esta versão, o Metrô-DF alegou que a manutenção preventiva é feita diariamente no final do expediente. Acrescentou ainda que o conflito na sala de controle ocorreu porque a integrante do sindicato descumpriu uma ordem judicial e invadiu o local impedindo o trabalho dos funcionários. No entanto, o Metrô-DF afirmou que não houve agressão. E que o serviço seria feito por profissionais capacitados. O diretor presidente do Metrô-DF, Alberto Siqueira, estava na estação Praça do Relógio, em Taguatinga, acompanhando o embarque dos passageiros.

Após quase duas horas de manifestação, passageiros liberam Av. Hélio Prates

A manifestação dos passageiros insatisfeitos com o atraso na circulação dos trens do Metrô-DF acabou após duas horas. A Avenida Hélio Prates chegou a ser interditada em dois pontos, no sentido Estrutural. A confusão teve início após uma tentativa de embarque em um trem superlotado. Os passageiros ficaram revoltados e começaram a depredar o trem e a estação.

Vidros da cabine do piloto foram quebrados, objetos da estação também ficaram destruídos. O batalhão de choque da Polícia Militar foi acionado para conter os manifestantes, houve confronto e bomba de efeito moral. Ao menos 40 manifestantes foram detidos, no entanto, apenas três ficaram na delegacia, dentre eles umé suspeito de depredar um ônibus. Um adolescente foi apreendido e levado para Delegacia da Criança e do Adolescente. Algumas viaturas da PM foram danificadas.

Mais cedo, uma reapresentante do Sindicato dos Metroviários foi detida ao tentar entrar na sala de controle do Metrô-DF, em Águas Claras. A mulher alegou que foi agredida por vigilantes, registrou ocorrência e seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame de corpo e delito.

Segundo o sindicato, a sindicalista teria recebido uma denúncia informando que seriam disponibilizados 16 trens nesta quarta-feira, contrariando a determinação da greve de circular apenas com sete ou oito trens. O sindicato afirmou que algumas dessas composições que seriam colocadas em circulação estavam com defeito, e outras seriam pilotadas por funcionários da manutenção, que não têm qualificação para conduzir o trem. O sindicato ainda informou que a manutenção preventiva não é feita há meses, pois não há fiscalização.

Contrariando esta versão, o Metrô-DF, alegou que a manutenção preventiva é feita diariamente no final do expediente e que o conflito na sala de controle ocorreu porque a integrante do sindicato descumpriu uma ordem judicial e invadiu o local, impedindo o trabalho dos funcionários. No entanto, o Metrô-DF afirmou que não houve agressão e que o serviço seria feito por profissionais capacitados. O diretor presidente do Metrô-DF, Alberto Siqueira, estava na estação Praça do Relógio, em Taguatinga, acompanhando o embarque dos passageiros.

Fonte: Correio Braziliense

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sobre a moderação:

1) é de caráter de organização;

2) devido à atualização diária e ao grande volume de notícias postadas, muitos comentários chegam com dúvidas ou perguntas em postagens anteriores e o Blogger não avisa (notifica) que há comentários nestes posts (só quando a moderação está ativada);

3) A moderação é como uma garantia, já que o comentário feito será visualizado e os mesmos serão lidos e publicados e ao meu alcance perguntas feitas serão respondidas;

4) é importante lembrar que não estou online 24h, portanto se fez um comentário, por favor, aguarde como já expliquei no item 3;

5) Podem comentar a vontade, seja este uma crítica, sugestão, reclamação, dúvida, elogio etc, ou seja, o espaço é de vocês leitores;

6) Usem do bom-senso e da educação, pois comentários com palavras de baixo calão e/ou ofensas não serão publicados. Evitem também comentar em caixa-alta, já que o Blogger sinaliza como spam este tipo de comentário.

7) Os comentários publicados não representam a opinião do blog; a responsabilidade é do autor da mensagem.