segunda-feira, 27 de julho de 2015

Goiânia: O processo de manutenção e revisão dos ônibus do Eixo Anhanguera

Quando um usuário do Eixo Anhanguera acorda logo cedo e coloca os pés em um de nossos carros, talvez não imagine que na garagem da Metrobus próximo ao Terminal Padre Pelágio, já está ocorrendo uma inspeção e revisão em outros ônibus da frota, com objetivo de transportar com eficácia as cerca de 300 mil pessoas que utilizam nossos serviços.

Para atender com qualidade todas essas pessoas, nossa equipe de revisão e manutenção é composta por 63 pessoas, entre mecânicos, lanterneiros, eletricistas e lavadores. Um serviço invisível aos olhos dos usuários, mas notório por seus resultados.

Todos os dias 9 carros passam por uma revisão minuciosa. "É uma revisão geral. Além dos serviços básicos de abastecimento e limpeza, trocamos o óleo, fazemos vistoria no motor, verificamos toda a parte elétrica, e até mesmo fazemos verificamos o estado de lanternagem e pintura. Algo bem detalhista. Esses 9 carros ficam aqui na oficina o dia todo" comenta Cláudio da Silva, supervisor de manutenção e frotas, que está há mais de 31 anos trabalhando na Metrobus.

O supervisor menciona que além dos 9 carros, outros 18 passam por uma inspeção diária. "Essa é uma revisão menos rigorosa, mas não deixa de ser importante. Serviços básicos de limpeza, abastecimento, balanceamento de pneus, entre outros, acontecem nessa etapa."

Serviços noturnos

O Eixo Anhanguera não para. Os nossos carros andam 24 horas. "Meia noite e quarenta chega o ultimo carro, e após isso começamos o serviço do corujão." E se algum imprevisto ocorrer durante a noite ou mesmo quando o Corujão está rodando? "Temos uma equipe de plantão de madrugada. Qualquer situação fora do planejado que ocorrer, estamos preparados para prestar quaisquer tipos de socorro." conclui Cláudio.

Limpeza

Todos os carros revisados, também passam por um processo de limpeza, quando necessário, até lavando peças mecânicas dos carros. "Esse também é um trabalho difícil, é feito junto com a revisão detalhada. Lavamos essas peças com um critério rigorosíssimo de limpeza." menciona Juliana Ferreira, que coordena uma equipe com mais de 20 lavadores.

"Existe até, uma equipe que lava os ônibus para o turno noturno", pontua. "Mais de 100 carros da nossa frota são lavados toda a semana. Tentamos manter praticamente todos os nossos carros em condições confortáveis de uso, tanto para o motorista, como para o usuário."

Fonte: Metrobus

Goiânia: Cabines no Eixo Anhanguera são alvos de criminosos

“Estamos à mercê dos assaltantes nas cabines do Eixo Anhanguera, que parecem saber direitinho o horário do fechamento dos caixas (por volta de dez e meia da noite) e aproveitam que não há vigilantes e nem policiais militares para praticar assaltos, todos os dias da semana”. A declaração é de uma atendente, que não quis se identificar, mas que teme por sua vida ao ter que se expor cotidianamente aos furtos e roubos que acontecem nos locais.

Ela explica que os furtos e assaltos às cabines onde são vendidos bilhetes de Sit Pass se tornaram corriqueiros após a saída dos vigilantes que trabalhavam nas plataformas do Eixo Anhanguera. A mulher afirma que as mais visadas pelos assaltantes estão situadas na Rua 20, no centro e na Praça do Botafogo e no Setor Universitário, na região Sul.

A mulher revela que uma colega foi abordada uma noite, na Rua 20 e o assaltante chegou com um facão forçando a porta. “Ele fez tamanho alvoroço que ela não teve outra opção a não ser abrir a porta e deixá-lo entrar na cabine”. A atendente conta que, além de entregar o dinheiro arrecadado com a venda dos bilhetes, a moça ainda foi obrigada a dar ao bandido o celular pessoal e o da empresa mais o dinheiro que era dela.

Outros casos

A mesma pessoa relata ainda que já presenciou um assaltante chegar armado com um revólver e exigir a entrega do dinheiro que estava no caixa. “Uma vez, outro marginal praticou um assalto em uma cabine e saiu avisando que iria assaltar outras cabines”.

A mulher diz que, na maioria das vezes, ao acionar o botão do pânico, as atendentes esperam que junto com o encarregado da empresa também venham policiais militares. “Mas, isso não acontece. E, também, não fomos levadas para registrar Boletins de Ocorrência em nenhuma delegacia”. Ela reclama ainda que, a empresa desconta nos salários delas o valor que os bandidos levam. A atendente esclarece que elas recebem um salário mínimo e, com o desconto por causa dos assaltos, o pagamento mal dá para as despesas.

Respostas

Por meio de nota, a Metrobus informa que está buscando a melhoria do sistema de transporte em nossos carros e plataformas. A empresa ressalta que não é responsável pelo quantitativo da PM em terminais e plataformas, mas que sua tarefa é apenas de vigilância patrimonial e não armada. Os profissionais capacitados para a coibição da entrada de bandidos em todos os âmbitos, inclusive no Eixo (plataformas e terminais), são os policiais.

A Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) informou que sua incumbência é de apenas gerir o transporte coletivo em Goiânia e na região Metropolitana. E que a segurança é da Metrobus.

A reportagem de O Hoje também tentou falar com algum representante do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp), mas não conseguiu.

PM

A orientação da Polícia Militar (PM) nesses casos é ligar no telefone 190 para registrar a ocorrência. Só assim, segundo a corporação, é possível buscar os assaltantes, para efetuar a prisão deles em flagrante.

Sem registros

No 1° Distrito Policial, a informação repassada pelo titular é que não há registros de assaltos às cabines. Segundo o delegado Gylson Mariano Ferreira, só há registros de furtos de passageiros no interior dos ônibus, todos os dias. Ele esclarece que o patrulhamento da Rua 20, no centro da Capital, é responsabilidade desse distrito.

“Não fomos procurados para esse registro não. A nossa orientação é que as pessoas vão a qualquer delegacia de polícia civil, mesmo que tenham acionado a Polícia Militar, a fim de que possa fazer a investigação desses casos”. No 9° Distrito Policial a informação divulgada é de que também não há nenhum registro das ocorrências.

Fonte: O Hoje

Avanço tecnológico contribui para melhorar gestão e serviço de empresas de ônibus urbanos no Brasil

HP Transportes - 20050
A ciência voltada para o transporte coletivo urbano avança cada vez mais e aprimora os meios de locomoção pelas cidades. Em 1662, quando surgiu o transporte de passageiros na cidade de Paris, na França, o meio utilizado para realizar as viagens eram as carruagens. Após séculos de muitos estudos, várias tecnologias surgiram e hoje vão desde a estrutura dos veículos e motores a softwares que administram a operação do transporte coletivo urbano. Todas buscam um denominador comum: melhorar a qualidade do serviço, com mais conforto aos passageiros, economia para as empresas e sustentabilidade para as cidades.

Os sistemas de bilhetagem eletrônica, serviços pelos quais os usuários conseguem efetuar o pagamento da passagem por meio de cartões magnéticos e validadores instalados nos ônibus, têm se tornado cada dia mais usual pelas empresas. Tanto que existem cidades em que 100% das tarifas são pagas com o cartão, como exemplo a cidade de Campo Grande (MS).

Para o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha, além de permitirem aos usuários uma viagem mais segura, essas soluções contribuem para o monitoramento do veículo e também para o controle de passageiros transportados. “A bilhetagem eletrônica ajuda a reduzir o número de assaltos, já que os ônibus passam a circular sem dinheiro e ajuda no controle dos usuários do serviço, principalmente os que utilizam benefícios tarifários, como estudantes”, pontua.

As empresas que fornecem softwares e equipamentos com esse tipo de serviço têm como premissa a inovação. Além da utilização de cartão, alguns validadores conseguem fazer a leitura por biometria digital e facial, o que dificulta as fraudes. Atualmente, a Rede Ponto Certo, empresa de recarga do Bilhete Único de São Paulo, vem trabalhando com uma solução de bilhetagem utilizando um relógio de pulso que permitirá efetuar pagamento das passagens com um único gesto: encostar o dispositivo no leitor do validador na hora do embarque. Essa tecnologia, chamada Watch2Pay, já é utilizada como meio de pagamento em países como Turquia, Rússia, Polônia e Reino Unido.

“Esse dispositivo pode no futuro comportar outras carteiras do interesse da prefeitura, voltados para os usuários do sistema, pois conta, por exemplo, com aprovação mundial para uso também como cartão de débito. É usado ainda para entrada em estádios de futebol e outros grandes eventos”, diz Nelson Martins, presidente da Rede Ponto Certo.

O Watch2Pay já está em teste desde 2014 em São Paulo, Recife e Ribeirão Preto. A comercialização está prevista para agosto de 2015. O equipamento poderá ser recarregado em qualquer ponto da Rede Ponto Certo na capital paulista, além de outras redes credenciadas. Inicialmente, será vendido em lojas virtuais com preço sugerido de R$ 230. Em 2013, essa tecnologia, denominada NFC (em inglês, Near Field Communication), que consiste na aproximação de dois dispositivos eletrônicos compatíveis para a realização de transações, começou a ser testada em São Paulo e no Rio de Janeiro com aparelhos celulares. Ou seja, além do relógio, o aparelho móvel ao ser aproximado do validador debita os créditos da passagem, liberando a catraca do ônibus para o usuário.

O validador é um equipamento essencial na bilhetagem eletrônica já que por meio de comunicação direta, com o uso da internet, o sistema faz a liberação da catraca para o passageiro. Normalmente, os aparelhos oferecem no visor o valor total de créditos que os usuários ainda possuem no cartão.

No entanto, uma nova proposta de validador chega ao mercado. Além da função básica de liberação do passageiro, o aparelho CCIT 4.0, fabricado pela empresa Tacom, possui um sistema de mídia direcionada para o usuário. O custo pode variar de acordo com o tamanho da empresa.

Com um visor de sete polegadas e touch screen (sensível ao toque), é possível inserir conteúdos publicitários voltados para públicos alvo, região e horário, oferecendo a possibilidade de realização de pesquisas de opinião em horários determinados, como explica o diretor comercial da empresa, Marco Antônio Tonussi.

“É uma alternativa importante para a manutenção de custos das empresas, que pode ser usada por diversas marcas e instituições para se comunicar ativamente, da mesma forma que acontece no ambiente online”, anuncia o diretor.

Gestão em nuvem

A computação em nuvem, outro avanço da tecnologia, permite a utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet. Ou seja, é possível acessar, via internet, arquivos e softwares que dão acesso a sistemas das empresas. O gerenciamento das empresas de transportes coletivos com armazenamento em nuvem é uma das novidades que surgiram no mercado. Com o software Globus Cloud, da BGM Rodotec, é possível as empresas terem o controle administrativo acessando de qualquer lugar. Além disso, permite a redução de investimentos em servidores, que podem custar, em média, R$ 10 mil.

O ERP Globus, principal possui 45 módulos e tem como objetivo controlar toda a parte administrativa e operacional da empresa. É um software desenvolvido especificamente para o sistema de transporte, explica o gerente comercial da empresa, Valter Silva. “O Globus centraliza todas as informações da empresa em um único sistema. Isso torna a gestão mais dinâmica, tanto do ponto de vista financeiro quanto na tomada de decisão”, enfatiza. A política de preço para aquisição do Globus é definida em função da quantidade de usuários e dos módulos que serão utilizados permitindo que empresas de pequeno porte também consigam utilizar o sistema.

Ônibus sustentáveis

Os ônibus coletivos, que hoje são responsáveis por mais de 80% das viagens do transporte público no Brasil, já passaram por muitas modificações. A história conta que no século XIX surgiu o motor elétrico e que, em 1910, já circulavam no Rio de Janeiro ônibus com esse tipo de motor. A principal vantagem do avanço dessas tecnologias veiculares é a sustentabilidade, já que reduzem a emissão de poluentes no ar.

Um ônibus totalmente elétrico não emite poluentes. Já um veículo híbrido – que combina duas ou mais fontes de energias e que proporciona potência de propulsão direta ou indiretamente – emite 90% a menos de material particulado e 60% a menos de outros poluentes, informa José Antônio do Nascimento, da fabricante brasileira Eletra.

Para José Antônio, além dos benefícios de sustentabilidade, o custo operacional e o de manutenção por quilômetro também é mais baixo. “Até mesmo os ônibus híbridos, que possuem motor gerador, têm um custo de operação menor, já que é possível recargar a energia das baterias durante a frenagem”, explica.

O ônibus híbrido-elétrico, que está sendo fabricado pela Volvo e chega ao Brasil em 2016, pode fazer de 28% a 35% de economia de diesel e acima de 50% de economia de poluentes na atmosfera. Se o modo elétrico for maximizado, o ônibus consome até 70% a menos de diesel, mas pode chegar a 100% caso as recargas sejam feitas nos pontos certos podendo nunca acionar o motor a diesel. A bateria pesa 200 quilos e pode ser recarregada nos terminais enquanto os passageiros fazem o embarque e desembarque e também na frenagem do veículo.

Barreiras na aquisição

Essas tecnologias veiculares são mais caras e, no Brasil, ainda são poucos os incentivos para a aquisição desses veículos, alerta o presidente executivo da NTU, Otá- vio Cunha. “Além de terem o custo elevado de compra, são poucas as cidades que possuem estrutura viária com prioridade ao transporte coletivo, e para se fazer um investimento desse, é preciso ter, no mínimo, vias exclusivas”, alerta.

Outro ponto preocupante na aquisição de um ônibus mais sustentável é a falta de segurança em relação ao transporte coletivo de passageiros. Na opinião do presidente da Volvo Bus Latin America, Carlos Pimenta, atualmente o problema do transporte público no Brasil não é o equipamento, mas sim uma crise monumental que se iniciou pelas revoltas em 2013.

“A partir desse episódio a consequência foi uma desestruturação do transporte porque a reação dos prefeitos imediatamente baixar os preços das passagens sem olhar as consequências. Isso desestruturou todas as cidades brasileiras, não permitindo nem a simples renovação de frota, quanto mais à adoção de novas tecnologias que são mais caras e que exigem mais infraestrutura, mais treinamento”, argumenta Pimenta cita ainda a onda de queimas de ônibus. “Quem é que vai querer comprar um ônibus novinho, bonito, cheiroso e caro e ver alguém botar fogo ali na esquina”, completa.

É importante destacar que em cada tipo de linha haverá um tipo de transporte indicado. Sendo assim, por ser uma tecnologia mais cara não há necessidade de utilização desse tipo de veículo em cidades de pequeno porte, com um número reduzido de habitantes e sem trânsito carregado.

Fonte: NTU

DF: Moradores de Sobradinho II ganham novo terminal de ônibus

Será inaugurado nesta terça-feira (28), às 9h30, o terminal de ônibus de Sobradinho II. A plataforma, localizada na Quadra AR 25, é a segunda a ser entregue pela Secretaria de Mobilidade à população de Brasília em menos de dois meses. Em junho, começou a funcionar a plataforma do Riacho Fundo II que atende 40 mil passageiros. Além desses dois terminais, devem ser entregues até o fim do ano: o da QNR de Ceilândia, Gama Leste, Samambaia Sul e Norte e Recanto das Emas I e II.

Em Sobradinho II são dez pontos de embarque e desembarque e 30 vagas de estacionamento para os veículos de transporte público das empresas. Inclui ainda banheiros, lanchonetes e bicicletário (20 vagas). Os funcionários das empresas terão sala exclusiva. E o terminal é todo adaptado às normas de acessibilidade. Para o secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, a meta é proporcionar a melhoria da qualidade do serviço e dar mais conforto à população, reduzindo também o tempo de espera do passageiro e aumentando a frequência dos ônibus.

A construção e a reforma de terminais de ônibus fazem parte do Plano de Transporte Urbano que é totalmente custeado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na ordem de 176 milhões de dólares. Neste ano, o governo de Brasília recebeu a última parcela do incentivo, R$ 33 milhões. Desse montante, cerca de 55% serão usados para concluir as construções e as reformas de nove terminais: Guará I e II, Núcleo Bandeirante, Ceilândia (P Sul), Paranoá, Taguatinga (M Norte), Taguatinga Sul, Planaltina e Cruzeiro Novo. Todos ficarão prontos em 2016.

Fonte: Secretaria de Mobilidade do DF

DF: Metrô-DF assina contrato para planejamento de transporte sobre trilhos

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) assinou, nesta quinta-feira (23), a contratação de serviços de elaboração do Plano de Desenvolvimento do Transporte Público Sobre Trilhos do Distrito Federal (PDTT/DF) e da Pesquisa de Mobilidade Urbana do DF (PMU/DF). O Consórcio PDTT/DF, formado pelas empresas Logit Engenharia Consultiva Ltda e Tecton Planejamento e Consultoria Ltda – EPP, venceu a concorrência por técnica e preço, lançada no dia 4 de março deste ano.

Com o contrato assinado, o consórcio terá 24 meses para apresentar o resultado de pesquisas e estudos a serem realizados sobre a mobilidade urbana no DF, como viagens geradas por domicílio, modo de transporte dos deslocamentos, atributos socioeconômicos dos viajantes. "Após os estudos, podemos definir com precisão o futuro da mobilidade urbana do DF para os próximos 20 anos", afirmou Marcelo Dourado, presidente do Metrô-DF. Durante a cerimônia de assinatura, Dourado citou que o processo para contratação do PDTT teve início com a então presidente do Metrô-DF, Ivelise Longhi, de 2012 a 2014.

A diretora técnica do Metrô-DF, Daniela Diniz, explicou que o PDTT é o aprofundamento do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) do DF, um instrumento de planejamento que define as diretrizes e as políticas estratégicas para a gestão dos transportes urbanos. "O PDTT também apresentará as tecnologias possíveis a serem feitas para o transporte sobre trilhos", destacou.

O engenheiro da Logit Engenharia Consultiva Wagner Colombini, representante do consórcio vencedor, comemorou o resultado da concorrência e afirmou que serão usadas as mais novas tecnologias disponíveis no mercado para os estudos. "A idéia é fazer pesquisa domiciliar, com um centro de controle no DF para o acompanhamento da evolução dos trabalhos", citou. A Logit tem experiência de 26 anos no mercado e tem sede no Rio de Janeiro. Entre os trabalhos realizados no Brasil e exterior, constam os Estudos de Planejamento Urbano e Impacto na Circulação e no Tráfego da Região de Implantação da Nova Rodoviária de BH e Estudos de Demanda de Novas Ligações Metroviárias do Rio de Janeiro.

Com o PDTT, o Metrô fará um planejamento, a médio e a longo prazos, do Sistema de Transporte Público sobre Trilhos do Distrito Federal (STPT/DF). A intenção é seguir um modelo de desenvolvimento físico-sustentável e adequado ao padrão de atendimento da demanda por transporte urbano no DF.

Fonte: Metrô DF

domingo, 26 de julho de 2015

Goiânia: 12 novos ônibus farão a linha Goiânia/Anápolis pela Viação Araguarina

Foram apresentados no último dia 23, pelos diretores do grupo Odilon Santos, os novos ônibus que passam a compor a frota para os usuários da linha Goiânia/Anápolis, pela Viação Araguarina. São 12 novos veículos zero km.

Os novos ônibus devem começar a circular a partir da semana que vem, com intervalo de 20 minutos no sentido Goiânia e no sentido Anápolis. Segundo a empresa, os investimentos ultrapassaram a marca de R$ 10 milhões.

Os veículos foram vistoriados por fiscais da Agência Goiana de Regulação. Segundo ele, a empresa tem tomado as medidas necessárias para oferecer serviços com qualidade e eficiência aos usuários.

Ainda de acordo com o grupo Odilon Santos, são vendidos cerca de 100 mil bilhetes no trecho Goiânia/Anápolis mensalmente.

Fonte: Diário de Goiás

DF: Governador do DF tem cinco meses para implantar bilhete único e cumprir promessa de campanha

O governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) usou a tarifa única, ou bilhete único, para rebater a promessa de tarifa de ônibus a R$ 1 do então candidato Jofran Frejat (PR) nas eleições 2014. Na época, Rollemberg garantiu que a medida seria adotada logo no primeiro ano de governo e, agora, terá que correr contra o tempo para cumprir a promessa. Isso porque, segundo a própria Secretaria de Mobilidade do DF, ainda não há data definida para que o bilhete único passe a valer.

Segundo a pasta, o projeto para a implantação do bilhete único está em andamento, com o desenvolvimento de várias atividades intermediárias, tais como: recadastramento de validadores, reprogramação e racionalização de linhas e contratação de projeto piloto de sistema de bilhetagem automática.

Em entrevista ao R7 DF, o secretário Carlos Tomé disse que o bilhete único está sendo implantado de modo "gradual" e que em algumas áreas ele já é uma realidade, a exemplo do Expresso Sul.

— [Para a o funcionamento da tarifa única], as pessoas precisam ter o cartão e o sistema tem que estar parametrizado, ou seja, programado para funcionar com o bilhete único. — explica o secretário.

De acordo com o secretário, o bilhete único não pode ser estendido de uma só vez à malha do transporte urbano do DF porque, atualmente, ela é " muito irracional e precisa ser adequada em vários quesitos", como superar os problemas com o sistema informatizado da Transdata e da sobreposição de linhas em operação. Contudo, ele garante que, à medida que as linhas vêm sendo racionalizadas, o bilhete único vem sendo implementado.

— No Expresso Sul, por exemplo, ao conscientizar o cidadão sobre a compra do cartão recarregável, veio junto a aplicação do bilhete único; com reestruturação das linhas do Riacho Fundo, vem junto a estratégia do bilhete único.

O Secretário também informou que já está em processo a integração dos modais (ônibus, micro-ônibus, BRT e metrô) para o recebimento do bilhete único. Questionado se a questão financeira do GDF (Governo do Distrito Federal), que alega estar com pouco dinheiro em caixa, será um problema para a implantação da proposta, o secretário responde de pronto: não.

— A questão financeira afeta de modo geral o governo. Entretanto, não necessariamente a implementação do bilhete único por ser um projeto em execução com os gastos dentro da previsão da secretaria.

Defasada, a rede de ônibus coletivo e metrô submete passageiros a rotinas de superlotação a espera por horários indefinidos a um custo que chega até R$ 3 por viagem. Com o bilhete único, o usuário poderá utilizar diversas modalidades de transporte - ônibus, metrô micro-ônibus e VLT - várias vezes ao dia com o pagamento de apenas uma tarifa.

Carlos Tomé descartou aumento de passagens no transporte público "enquanto não houver melhorias nos serviços".

Fonte: R7 DF