sexta-feira, 18 de abril de 2014

Goiânia: Criação das linhas 024 (Flamboyant – T. Bíblia) e 264 (T. Bíblia – Santa Genoveva)

Na próxima terça-feira, 22, as sublinhas das linhas 021 e 263 recebem novo número. As mudanças têm como objetivo otimizar o atendimento, facilitando a identificação de qual linha o cliente está pegando.

A partir de agora, quem for fazer o trajeto entre o Shopping Flamboyant e o Terminal Praça da Bíblia, deverá embarcar na linha 024 – Flamboyant – T. Bíblia. A linha 021 continua sendo a opção para quem precisa realizar o percurso Parque Atheneu / Flamboyant / T. Praça da Bíblia.
A outra alteração procura facilitar o reconhecimento da linha que sai do T. Praça da Bíblia e vai até o Setor Santa Genoveva. Os usuários embarcarão agora na linha 264 – T. Bíblia – Santa Genoveva. Já a linha 263 – T. Bíblia / Vila Nova / PC Campus permanece como a opção para quem precisa ir até o Campus Samambaia.

Fonte: RMTC Goiânia

Goiânia: “Sem aumento, não haveria qualidade”

Marconi Perillo (PSDB) defendeu ontem a definição do aumento de R$ 0,10 na tarifa do transporte coletivo na região metropolitana, diante das circunstâncias expostas na reunião da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC), na noite de quarta (16). Apesar de garantir que o governo estadual fez sua parte para tentar evitar a elevação, o governador entende que “sem esse aumento, as empresas não dariam conta de trabalhar na melhoria efetiva do transporte”. O tucano ressaltou o subsídio dado pelo Estado para custear as gratuidades do sistema, no valor de R$ 4,5 milhões por mês, mesmo sem a garantia prática das prefeituras da região metropolitana de que arcarão com os outros 50%. “Nós nem deveríamos assumir esse tipo de coisa. Estamos fazendo para que, realmente, haja melhoria. O aumento solicitado era de 30 centavos, mas o governo garantiu a redução de 10 centavos, quando desonerou o ICMS de combustíveis e mais 10 centavos com o pagamento de metade das gratuidades”, contou. Segundo o governador, os outros 10 centavos estavam a cargo dos prefeitos, que adiaram o subsídio para 1º de janeiro de 2015.

Parada

O secretário de Infraestrutura e presidente da CDTC, João Balestra (PP), optou por descansar ontem, depois da reunião que definiu o aumento na passagem para R$ 2,80.

Esgotado

Chamado para entrevistas, João contou estar esgotado e que precisava dar um tempo, por estar “estressado e esgotado”. O pepista não deve viajar durante o feriado e volta hoje ao ritmo de entrevistas. Quer agora acompanhar os prazos firmados para melhorias.

Fonte: O Hoje

DF: Rodoviários podem manifestar novamente

Acabou em briga a manifestação dos funcionários da viação Piracicabana na Rodoviária do Plano Piloto. Em protesto contra a demissão de 11 trabalhadores, os ônibus da empresa não circularam e todas as saídas do terminal foram fechadas. Eles reivindicavam a readmissão imediata dos colegas.

De acordo com os manifestantes, todos os funcionários que participaram de uma outra manifestação no terminal do Cruzeiro, na última terça-feira, foram proibidos de voltar ao trabalho. Para acabar com o protesto, eles pediam a presença de representantes da empresa e do Sindicato dos Rodoviários.

A manifestação atrapalhou a circulação dos ônibus e até o embarque e desembarque de passageiros. O grupo fechou duas faixas do Eixo Monumental no sentido Esplanada dos Ministérios. Mais uma vez, sobrou para a população. “Não sai nenhum ônibus desde as 6h50. Sem ônibus e sem metrô fica complicado”, comentou a faxineira Maria José, 35 anos.

Após o protesto, uma comissão de seis funcionários da Piracicabana foi convidada para uma reunião na Secretaria de Governo, no Palácio do Buriti. Na saída da sede do GDF, os manifestantes se encontraram com sindicalistas, também convocados para outra reunião. Foi nesse momento que o presidente do sindicato, João Osório, e o motorista da Piracicabana, Rodrigo Alves, 28, passaram a se agredir verbalmente e, depois, fisicamente.

Segundo testemunhas, João Osório teria empurrado o motorista, que caiu. Em seguida, ele e outros quatro ou cinco homens, também do sindicato, passaram a chutá-lo. A briga só acabou com a intervenção de seguranças do palácio.

Grupo pode voltar a manifestar

O motorista agredido teve escoriações e reclamava de muita dor na coluna. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi chamada e o homem foi levado para o Hospital de Base.

A equipe do JBr. tentou contato telefônico com o rodoviário, mas um acompanhante atendeu e disse que ele estava muito debilitado, sem condições de falar no momento. Ele passou por exames e aguardava o atendimento.

De acordo com um dos manifestantes, “o sindicato passou para o governo que ninguém foi demitido. A empresa disse que estamos afastados. Nós decidimos não fazer outra manifestação hoje (ontem), porque o nosso companheiro está hospitalizado. A gente vai segurar um pouco o movimento. A partir do momento que ele sair do hospital, vamos começar. Provavelmente na terça-feira teremos uma resposta definitiva”.

Versão oficial

O diretor do DFTrans, Lúcio Lima, garantiu que o impasse envolvendo a sala, que foi tema do primeiro protesto, será solucionado na semana que vem. Em relação ao movimento de ontem, ele afirmou que tem “plena certeza de que são ações isoladas de pessoas ligadas a movimentos políticos”. O gerente da Piracicabana, Elenilson Xavier, disse que a sua função era fazer com que os ônibus voltassem a circular e que a empresa apenas afastou funcionários para averiguar o caso.

Ninguém se coloca à frente do caso

Após a confusão, o presidente do sindicato, João Osório, seguiu normalmente para a reunião, que contou ainda com a presença de representantes do DFTrans. O sindicato preferiu não comentar o teor da reunião, argumentando que não quer ser relacionado ao protesto.

O GDF, por sua vez, diz que os problemas entre a Piracicabana e os funcionários não são de sua responsabilidade. Em nota, a Secretaria de Governo informou que repassou as demandas dos manifestantes ao sindicato da categoria.

A Piracicabana possui cerca de 300 funcionários e 60 ônibus com linhas no Sudoeste, Cruzeiro e SIG para a Rodoviária. No protesto ocorrido no começo da semana, no terminal do Cruzeiro, os funcionários pediam a restituição de uma sala para refeições e descanso que teria sido cedida à TCB e trocada por uma bem menor.

Segundo os manifestantes, apesar de não haver líderes entre eles, todas as pessoas que deram depoimentos à imprensa naquele dia foram colocadas em tal posição e prejudicadas por isso. “Quando cheguei para trabalhar, um fiscal me impediu de entrar. Não nos deram satisfação. Havia apenas uma lista com os nomes das pessoas que estavam demitidas”, afirmou a cobradora Ana Maria dos Santos, 43.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Entorno DF: Atrasos nos pagamentos dos trabalhadores da Viação Anapolina motiva Ação Judicial do MPT

O procurador Raimundo Paulo dos Santos Neto ajuizou, na justiça trabalhista, Ação de Execução por descumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Nela, o procurador pede que a Viação Anapolina Ltda. esteja em dia com seus funcionários e que comprove o pagamento dos salários de 2013 e 2014, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Pede ainda o pagamento imediato de multa firmada no TAC firmado em 2009, de aproximadamente R$ 23 milhões por seu descumprimento.

Em 2009, a empresa firmou Termo de Ajustamento de Conduta com o MPT, se comprometendo em pagar os salários de seus empregados, de forma integral, até o quinto dia útil do mês seguinte. Porém, denúncia ao Ministério Público do Trabalho revelou que a empresa não estava cumprindo com sua obrigação e, que ao longo do ano de 2013, atrasou o pagamento de seus funcionários por diversos meses, no estado de Goiás.

A empresa tem 1625 trabalhadores na região prejudicada.

Audiência inaugural do caso está marcada para o dia 21 de maio.

Fonte: Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região

Goiânia: Mudanças são questionadas

As medidas anunciadas na noite de quarta-feira para o transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia e o anúncio do reajuste tarifário de R$ 2,70 para R$ 2,80 podem não se tornar melhorias ao sistema, segundo especialistas. Além das dificuldades das empresas em cumprir o que foi proposto, as medidas devem ser planejadas cuidadosamente para até não piorar o que se vê atualmente, com mais ônibus nas ruas impactando o trânsito. A população também não crê que o transporte coletivo vá melhorar a partir de maio.

Uma das melhorias é o aumento da frota atual em 151 veículos – 91 até o fim de maio e outros 60 até julho. Coordenador da regional Centro-Oeste da Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Antenor Pinheiro, acredita que os ônibus correm o risco de ficar no meio do caminho. “Vão sair mais ônibus da garagem, mas nada garante que eles vão chegar ao destino no horário marcado, pois podem ficar em congestionamentos ainda maiores.” O risco é de aumentar ainda mais o tempo de espera do passageiro nos pontos de parada e, depois, chegarem mais ônibus ao mesmo tempo.

Mestre em Transportes e professor do Instituto Federal de Goiás (IFG), Marcos Rothen, explica que estes problemas podem não existir se as técnicas do transporte forem utilizadas. “Se o planejamento for feito de maneira adequada e tudo for bem planejado é uma medida boa, não pode é fazer de qualquer jeito”, diz. No entanto, o professor afirma que sua experiência em Goiânia diz que a melhoria não virá, pois não existe o uso das técnicas de engenharia de trânsito no transporte coletivo da capital. “Esperança eu tenho de que melhore, mas não acredito”, afirma.

O mesmo pensamento para o aumento da frota é feito pelos especialistas em relação ao número de viagens que será incrementado em mais mil a partir do próximo mês. Haverá novo aumento de viagens em 2015. Ao analisar as propostas de melhoria em relação ao reajuste da tarifa, Pinheiro acredita que só houve solução para o problema da tarifa, com o convênio entre Estado e prefeituras para o pagamento das gratuidades. Já Rothen considera que o acordo inverteu a lógica, pois desta vez o Estado primeiro financiou as empresas para depois cobrar o investimento, o que normalmente é o contrário.

Problemas

Motoristas e membros do sindicato da categoria acredita que as empresas concessionárias vão ter bastante dificuldade em colocar os ônibus para rodar com mais veículos nas ruas, já que não há tantos motoristas disponíveis no mercado. A estimativa é que serão necessários 300 motoristas. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários em Goiás (Sindittransporte), Alberto Magno, o sindicato gostou da proposta, mas que será de difícil execução.

Vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo de Goiânia e Região Metropolitana (Sindicoletivo), Fernando Ferreira Neves afirma que “ninguém quer trabalhar no transporte coletivo atualmente”. A única solução seria a contratação de motoristas aprendizes, que tiraram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) necessária para conduzir o ônibus recentemente.

Outro problema que será enfrentado pelas empresas é o fechamento do acordo com os motoristas, que pedem reajuste salarial de 15%. A contraproposta das empresas é aguardada para a próxima semana. Magno prefere esperar a resposta das empresas. Já Neves, cujo sindicato não participa oficialmente da negociação trabalhista, acredita que pelo menos uma greve ocorrerá neste período.

Usuários condenam reajuste da tarifa

Usuários do transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia ouvidos pelo POPULAR não concordaram com o reajuste da tarifa anunciado na última quarta-feira. Mesmo sendo de R$ 0,10 e com dez propostas de melhorias, eles acreditam que nenhuma medida anunciada se reverterá em melhoria para quem usa os ônibus. Além disso, alguns usuários desconfiam até mesmo se as mudanças serão colocadas em prática.

A cozinheira Rita de Cássia Dias dos Santos, de 60 anos, utiliza seis ônibus por dia. Ela mora no Setor Vereda Buritis e trabalha próximo ao Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico. “Todo ano anunciam aumento e que vai ter melhoria, mas nunca muda nada. Não acredito que vão colocar mais ônibus”, diz.

Rita de Cássia acredita que se a medida for colocada em prática sua ida ao trabalho e volta para casa será menos ruim. O principal defeito do transporte coletivo, de acordo com a cozinheira, é o tempo de espera. “Sempre foi ruim, mas piorou muito desde o ano passado”, conta.

Já a diarista Alda da Conceição, de 37, calcula que os R$ 0,10 a mais em cada passagem vai diminuir sua renda em até 15%. É ela mesma que paga as passagens, mesmo para ir ao trabalho. “A gente cansa mais indo ao trabalho do que trabalhando. Fico esperando todo dia de 47 a 50 minutos.” Segundo ela, colocar mais ônibus nas ruas vai apenas piorar o trânsito de Goiânia e aumentar a espera pelo transporte coletivo. “O que eles têm de fazer é planejar direito, colocar ônibus na hora que o povo precisa.” A instalação de câmeras de segurança no interior dos veículos, em contrapartida, é vista como positiva por Alda, que se sentirá mais segura. “Já fui agredida até por um motorista e isso vai deixar a gente protegida”, diz.

Fonte: O Popular

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Goiânia: Linha 704 será estendida até o Residencial Beatriz Nascimento

A partir desta sexta-feira, 18, a linha 704 (T. Gyn Viva / Carolina Park / Jd. das Rosas) terá seu trajeto alterado. A rota passará por adequações com o objetivo de ampliar o serviço para os clientes do Residencial Beatriz Nascimento, que atualmente precisam caminhar em média 1.200 metros para chegar ao ponto de parada mais próximo, na Rua CP11.

Os ônibus passarão a trafegar pelas Ruas CP17, CP27, RBN11, RSM36 até retornar à Rua CP14 e seguir pelo restante do trajeto normal. Cinco novos pontos de parada serão criados para a realização do atendimento no trecho estendido.

Com a mudança, os clientes que desejarem embarcar ou desembarcar no trecho da Rua CP14 que deixará de ser atendido pela linha 704 continuam tendo como opção a linha 705 (T. Gyn Viva / Jd. das Rosas / Carolina Park), que permanece inalterada.

Fonte: RMTC Goiânia

Goiânia: Se não fosse a gestão estadual, aumento da tarifa seria de R$ 3, diz Marconi

O governador Marconi Perillo (PSDB) creditou à sua gestão a redução de 20 centavos na nova tarifa do transporte coletivo. Segundo o tucano, a previsão inicial era de que a passagem fosse reajustada para R$ 3. No entanto, após a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do óleo diesel para ônibus, aprovada em definitiva votação na Assembleia Legislativa no último dia 9, e o anúncio de custeio de 50% das gratuidades por parte da administração estadual, o valor firmado foi o de R$ 2,80.

Durante reunião com representantes da segurança pública em Goiás na manhã desta quinta-feira (17/4), um dia após a definição do novo preço da tarifa, Marconi afirmou que o secretário estadual de Infraestrutura e presidente da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC), João Balestra, estava apreensivo com a possibilidade de aumento, mas não foi possível impedir o reajuste. “Ele estava muito preocupado, mas ou concordava com o aumento ou a qualidade do serviço continuaria ruim”, defendeu.

Nesta quarta-feira (16), a CDTC determinou o acréscimo de 10 centavos à tarifa de ônibus, elevando a passagem para R$ 2,80. O novo preço passa a valer a partir do dia 3 de maio. Além do reajuste, o encontro, que durou cerca de cinco horas, suscitou em um pacote de melhorias para o setor. Entre as 10 benfeitorias anunciadas estão a volta do programa Ganha Tempo a partir de outubro deste ano, e a aquisição de 300 novos veículos.

Marconi também pontuou que a manutenção da tarifa não ocorreu pois as prefeituras que compõem a Região Metropolitana de Goiânia, por questões orçamentárias, só poderão aportar com a outra metade das gratuidades do transporte coletivo a partir de 2015. “Nós do governo estadual poderíamos ter cruzado os braços se quiséssemos. Nós fizemos nossa parte, a metade que cabe ao governo do Estado estamos assumindo, aliás nem cabe, nós nem deveríamos assumir esse tipo de coisa, estamos fazendo para ver melhorias”, alegou.

Fonte: Jornal Opção