quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Goiânia: PRF apreende ônibus e passageiros tentam fechar rodovia

Por Rafael Martins

A Polícia Rodoviária Federal em Goiânia apreendeu na noite de ontem (26) três ônibus da Viação Araguarina por superlotação na linha Goiânia/Anápolis. A ação aconteceu entre 18h e 19h. A fiscalização é resultado de um TAC firmado entre a AGR, PRF e Ministério Público para coibir transporte de passageiros em pé no trecho.

Pelo TAC, a Polícia Rodoviária Federal se comprometeu a desenvolver trabalho fiscalizatório e de autuação da Viação Araguarina, de forma a impedir o tráfego de passageiros em pé, aplicando as sanções previstas na legislação cível e criminal.


Após a apreensão dos ônibus, os usuários tentaram fechar a BR-060, sentido Anápolis, porém os agentes da PRF impediram o bloqueio. A solução para o impasse deu-se quando a Viação Araguarina enviou ônibus extras para o transporte dos passageiros. A Polícia Rodoviária organizou o embarque, permitindo que o ônibus deixassem o local somente com os usuários sentados.

Na última sexta-feira (22) houve uma reunião na sede do Ministério Público para tratar sobre a situação do transporte coletivo intermunicipal da linha de Goiânia a Anápolis.

No encontro, os promotores definiram pela suspensão do termo de ajustamento de conduta (TAC). Embora assinado pelo promotor de Justiça Marcus Antônio Ferreira Alves, titular da 53ª Promotoria de Justiça de Goiânia, o TAC passou para a atribuição da 12ª Promotoria, quando o promotor entendeu que se tratava de um assunto da área do consumidor. 

Ao analisarem o documento, Murilo de Morais e Alessandra Melo verificaram a necessidade de sua revisão. Com a suspensão pelo prazo de seis meses, a intenção é rediscutir o assunto e propor a elaboração de um novo termo de ajustamento de conduta.

Goiânia: Novos ônibus só após convênio com Estado

Representantes das empresas de ônibus afirmaram ontem que esperam o início do repasse do convênio com o Estado no pagamento de 50% das gratuidades do sistema para poderem comprar 300 novos ônibus para o sistema de transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia. Os empresários afirmam que dependem de garantia financeira das empresas concessionárias para a fábrica da Volkswagen, que produz os chassis dos veículos. E que essa garantia viria com os R$ 4,5 milhões que seriam repassados pelo Estado dentro do convênio, que ainda não foi assinado, mesmo com o decreto estadual já publicado. O mesmo ocorre com a desoneração do óleo diesel para as empresas.

Os empresários argumentam que não têm crédito suficiente para obter as garantias e que o convênio com o governo confirmaria um dos pontos do Pacto pelo Transporte Coletivo, firmado em abril. As tratativas para a assinatura dos convênios são com a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) que aguarda recebimento de documentos de cada uma das empresas para a análise e verificação se há débitos pendentes para então finalizar o documento.

Segundo o Pacto, os novos ônibus deveriam entrar em funcionamento no mês de setembro em substituição aos veículos mais antigos da frota. Os chassis dos carros já estão prontos, necessitando, então, a montagem e o tempo de entrega para a chegada dos veículos, que só seria confirmada com a garantia financeira para o financiamento junto à fábrica. A renovação da frota é um dos 12 pontos acordados em abril pela Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), sendo a desoneração do óleo diesel e o pagamento das gratuidades outros pontos.

Gratuidades

A partir do ano que vem, a outra metade das gratuidades passa a ser responsabilidade das prefeituras que compõe o sistema metropolitano. O Pacto está sendo assinado pelos prefeitos, mas ainda não recebeu todas as assinaturas. O primeiro a assinar foi o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), que garantiu, na tarde de ontem, na reunião do Fórum da Mobilidade na sede da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), que vai cumprir o acordo já que a verba necessária constará no orçamento municipal do próximo ano.

Fonte: O Popular

Goiânia: Sistema de monitoramento da segurança começa a funcionar em 160 ônibus do transporte coletivo


Goiânia será a primeira Região Metropolitana do Brasil a adotar um sistema de monitoramento da segurança no transporte coletivo em tempo real. A partir dessa semana o serviço Olho no Ônibus passará a contar com um novo sistema de monitoramento através de câmeras que serão instaladas em todos os ônibus da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos. As primeiras 640 câmeras já estão funcionando de forma experimental em 160 veículos que circulam na área Oeste da RMTC. O projeto faz parte das melhorias previstas no Pacto Metropolitano pela Qualidade do Transporte Público e deve ser concluído até o fim deste ano.
O novo sistema será oficialmente apresentado pelo Consórcio Rmtc nesta terça-feira, 26, durante a 22ª Reunião do Fórum de Mobilidade Urbana. No evento, representantes do Fórum de Mobilidade Urbana, do Fórum Empresarial de Goiás, da Secretaria da Segurança Pública, das concessionárias e da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) farão um balanço do Pacto celebrado em abril deste ano entre concessionárias, Governo Estadual e prefeituras dos 18 municípios que integram a Região Metropolitana.
“Agora, além de ferramentas de controle e transparência operacional, o Olho no Ônibus também vai abranger um conjunto de ações para a melhoria contínua e integrada entre transporte público e segurança pública”, antecipa o diretor geral do Consórcio, Leomar Avelino.

Cada ônibus terá quatro câmeras, três filmando o interior do veículo e uma na parte frontal. Quando o sistema estiver funcionando em toda a frota da Grande Goiânia, serão mais de 25 mil horas de imagens armazenadas e analisadas diariamente. Por meio de parceria com a Secretaria da Segurança Pública de Goiás, as imagens também são transmitidas em tempo real para o posto de segurança do Consórcio Rmtc instalado desde março deste ano dentro do Comando de Operações da Polícia Militar (Copom).
O posto recebe denúncias relacionadas à segurança de clientes ou funcionários do transporte coletivo por meio de SMS, WhatsApp, rádio ou Sistemas Inteligentes de Transporte. Ao ser acionado, o controlador de segurança tem acesso às imagens e à localização exata de cada ônibus em tempo real e repassa à segurança pública todas as informações necessárias para agir rapidamente na prevenção e repressão à violência.
Para o Major Marcos Luciano de Lima, responsável pelo Copom, o sistema de monitoramento nos ônibus tende a contribuir com o trabalho dos órgãos de segurança pública no combate à criminalidade. “A câmera é um fator inibidor da violência. Nos locais onde elas são instaladas, a tendência é que o crime não ocorra. E, se vier a ocorrer, essas imagens serão de fundamental importância para a elucidação dos fatos”, ressalta.

Como denunciar

O gestor de Segurança de Transportes do Consórcio Rmtc, Sandro Guimarães, destaca que a colaboração dos profissionais e usuários do transporte coletivo é essencial para o sucesso do trabalho desenvolvido pelo posto de segurança de transportes no Copom: “Além de adotar os cuidados que a Polícia sempre recomenda para não facilitar a ação de criminosos, é possível denunciar crimes ou atitudes suspeitas dentro dos ônibus e terminais de forma fácil e discreta”.

Para fazer uma denúncia basta enviar uma mensagem de celular, via SMS ou WhatsApp, para o número (62) 8591-8952. No texto a pessoa deve informar qual a ocorrência e o nome do terminal ou número do ônibus em que está. O posto funciona todos os dias das 4h30 à 1h da madrugada e recebe exclusivamente denúncias relacionadas à segurança no transporte público.

Para quem deseja pedir informações, fazer reclamações, denúncias ou sugestões sobre a utilização do transporte coletivo, a RMTC disponibiliza o telefone 0800-648-2222.

Fonte: RMTC Goiânia

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Goiânia: Mobilidade urbana é uma das preocupações

Só a Região Metropolitana de Goiânia precisa concluir R$ 2 bilhões em investimentos prioritários para deixar sua mobilidade urbana mais eficiente. São três obras prioritárias: a construção do VLT ou monotrilho no Eixo Anhanguera, a implantação do Corredor Expresso ou BRT e a adequação de 54 quilômetros de vias urbanas. Só no VLT deve ser quase R$ 1,6 bilhão em investimentos.

O estudo da CNT lembra que os sistemas de mobilidade urbana têm importância fundamental para a economia do País e qualidade de vida das pessoas. A ausência de planejamento adequado e investimento continuado nas redes de transporte das cidades têm se refletido na redução do número de passageiros do transporte público e no aumento dos congestionamentos. De acordo com o estudo, a ineficiência do transporte público conduz à perda de competitividade das cidades na capacidade de atração de investimentos.

Deslocamento

O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, lembra que a cada três anos 10 milhões de novos veículos ganham as ruas e a infraestrutura urbana não acompanha esse ritmo de crescimento. Hoje, o trabalhador brasileiro gasta mais de duas horas no deslocamento diário entre sua casa e o trabalho. Isso significa 12 horas perdidas apenas no trânsito. “Isso gera problemas de saúde e perda de produtividade no trabalho, já que o funcionário chega cansado. Por isso, o transporte coletivo deve ser priorizado.”

O presidente licenciado do Grupo Executivo do VLT, Carlos Maranhão, informou que a obra está em fase preparatória para assinatura da ordem de serviços, com o atendimento das pré-condições do contrato de concessão, vencida pelo consórcio formado pela Odebrecht TransPort e a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC).

Essas condições são a liberação de áreas que precisam ser desapropriadas ou usadas para realização dos serviços, a obtenção de licenças junto à Prefeitura de Goiânia e a assinatura de contratos de financiamento do poder público e parceiros. De acordo com Maranhão, a estimativa é que as obras, que devem durar 24 meses, comecem em março do próximo ano.

Fonte: O Popular

Goiânia: Ônibus vão receber câmeras

Os ônibus do transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia começam hoje a receber câmeras de segurança para aprimorar o monitoramento feito pelo programa Olho no Ônibus. A instalação será gradual e todos os veículos serão dotados de quatro câmeras, sendo três internas e uma do lado externo. A novidade será lançada hoje em evento com a participação de representantes do Fórum de Mobilidade, Fórum Empresarial e da Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO).

Em caráter experimental, 160 veículos já receberam os equipamentos e vão dar início ao monitoramento. A maioria deles são veículos da Viação Reunidas. Nos demais, a instalação será feita a partir de amanhã, de acordo com cronograma que dividiu a frota de pouco mais de 1,3 mil ônibus em áreas de circulação. Com o novo sistema, a Central de Segurança de Transportes e o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) vão receber em tempo real imagens do que está acontecendo dentro e fora dos ônibus.

Calcula-se que, quando toda a frota estiver com as câmeras, mais de 25 mil horas de imagens serão gravadas por dia. Além de ajudar no controle do cumprimento de horários do veículo, elas poderão ainda auxiliar no trabalho da segurança pública. E, para isso, as imagens serão mantidas gravadas pelo período de seis meses.

As câmeras de dentro do ônibus serão úteis para prevenir ou elucidar crimes, como furtos e assaltos, que costumam ocorrer no interior dos veículos. Já a de fora pode ser útil para entender o porquê de prováveis atrasos ou, até mesmo, reforçar as possibilidades de registro do que acontece nas ruas da capital. Os usuários também poderão ajudar na vigilância enviando mensagens pelo Whatsapp. A Polícia Militar disponibilizará o número 8591-8952, por meio do qual as pessoas poderão avisar do que acontece no interior dos ônibus.

Novidade é resultado de pacto pela qualidade

O novo sistema de vigilância dos ônibus faz parte do Pacto Metropolitano Pela Qualidade do Transporte Público, fechado entre representantes dos empresários e o governo estadual. Com a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel, em favor das empresas do transporte, estas se comprometeram a fazer investimentos em melhorias do serviço.

A negociação foi mediada, na época, pelo Fórum Empresarial. A presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), Helenir Queiroz, lembra que foi feito um documento, no qual foram enumerados 10 pontos a serem tratados e melhorados pela gestão do transporte.

Fonte: O Popular

DF: Guia compara custos e benefícios dos sistemas de metrô, BRT e VLT

Se um governante tivesse à sua disposição R$ 5 bilhões para realizar obras de mobilidade urbana voltadas ao transporte coletivo, poderia construir 10 quilômetros de metrô, entre 40 e 50 quilômetros de estrutura para Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou 200 quilômetros de vias exclusivas para BRT. O cálculo está no guia Mobilidade Inteligente, que a fabricante de ônibus Volvo lançou neste ano. Apesar de o dinheiro render mais no sistema de ônibus, ele não é o fator que mais pesa na decisão do poder público. Antes de transformar a cidade em canteiro de obra, é preciso avaliar a capacidade de carregamento de passageiros, o tempo de implantação e a função dentro da rede de transporte que o modal vai exercer.

Mais complexos em termos de infraestrutura, sistemas de metrô e VLT custam mais, levam mais tempo para ficar prontos e a amortização dos custos é mais demorada. Os ônibus permitem mais agilidade em obras e flexibilidade de itinerários, mas também poluem e disputam o espaço viário com outros veículos. Mesmo assim, a manutenção desses sistemas também precisa ser considerada. A Volvo estima que um sistema de metrô custe até 20 vezes mais que um de BRT. Já o VLT é quatro vezes mais caro.

Para o presidente da Volvo Bus Latin America, Luis Carlos Pimenta, a primeira providência é realizar uma pesquisa de origem e destino. “Você precisa entender como as pessoas dentro da cidade se movem, de onde para onde, horários, densidade das linhas. Só então você toma decisões”, diz. O dimensionamento do sistema também é citado como fator determinante pelo presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior. “Temos soluções distintas que dependem da capacidade que você tem”, resume.

É um consenso entre especialistas que sistemas de ônibus dão conta de uma demanda de até 50 mil passageiros por hora em cada sentido. “Se você tem uma demanda em corredor acima de 50 a 60 mil passageiros por hora, é claro que o modal mais indicado é metrô, que atende até 80 a 90 mil passageiros por hora”, afirma Marcos Bicalho dos Santos, diretor administrativo e institucional da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Ele reforça que, para sistemas de menor capacidade, BRT, VLT e monorail são opções mais baratas e que surtem bom efeito.

Rede

Na opinião de Pimenta, o sistema de transporte precisa ser planejado para funcionar de forma interligada, em rede, para que possa trazer bom serviço ao passageiro. “Na medida em que se valoriza a eficiência do sistema, ele cai de custo e é automático: a qualidade aumenta”, argumenta.

Ele usa como exemplo a questão da velocidade média dos ônibus. Uma cidade que não coordene os semáforos dando preferência ao transporte coletivo faz com que baixe a velocidade média. Na medida em que há essa redução, é preciso de mais veículos para transportar a mesma quantidade de pessoas – e mais investimento em pessoal, estrutura, materiais. “Quanto menor a velocidade média, mais caro o sistema fica e mais subsídio é necessário. Qual o jeito de baixar? Dando preferência para o ônibus, no caso”, explica.

Transporte em trilhos tem mais subvenção

Que o metrô é o “sonho” de muitos usuários de transporte coletivo não há dúvida. Inspirado nas grandes linhas europeias, principalmente, é difícil um passageiro de ônibus que não suspire pelo modelo subterrâneo. “Muitos ficam maravilhados com o metrô de Paris, mas ele começou há 170 anos. Em dez anos, você não faz nada parecido”, pondera Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

Para ele, o metrô é indicado para cidades muito grandes que não têm mais soluções viáveis de transporte de superfície. “O investimento é mais caro e a operação, também. Não há um metrô no mundo que não tenha subsídio. E pesado”, diz. Em Londres, cidade com uma das melhores redes, os especialistas estimam que a subvenção do governo está na casa dos bilhões ao ano, para garantir tarifas baixas e atratividade de passageiros.

Não é preciso ir longe para ver que essa é a realidade também no Brasil. Em São Paulo, o último reajuste do metrô foi revogado depois das manifestações de junho passado. A redução de R$ 0,20, que já trazia déficit entre custo de operação e arrecadação, só piorou o quadro. Tanto que candidatos ao governo do estado admitem que poderão intervir nessa área.

Marcos Bicalho dos Santos, diretor administrativo e institucional da NTU, lembra que muitos metrôs no mundo funcionam em parceria público-privada (PPP), modelo que já exige a subvenção estatal. Em Curitiba, que está em processo para licitar sua primeira linha de metrô, o executivo municipal deverá repassar R$ 30 milhões anuais para a operadora do sistema – R$ 900 milhões até o final do contrato, que será de 30 anos. “Para ter qualidade, tem de aumentar custo. Como a população já pede por redução tarifária, a única fonte é a subvenção pública e temos de buscar fontes que possam gerar esse recurso”, diz.

Um exemplo é a taxa de congestionamento, cobrada dos veículos que circulam no centro de Londres e que é revertida para o transporte coletivo, coisa que não ocorre no Brasil. O presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior, lembra que no país vigorou por muitos anos o modelo em que o custo do sistema tem de ser suportado pelos usuários. “Quando falamos de concessão do serviço público, há vários modelos. Na educação, você não cobra tarifa de quem vai para a escola pública, todos pagam por ela. O transporte coletivo era diferente e esse paradigma se quebrou”, avalia.

Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

DF: Horário das linhas alimentadoras e troncais do Expresso DF

Por Rafael Martins

Os números das linhas do Expresso DF descritos nos itinerários dos ônibus não são os mesmos para que os usuários façam a consulta das rotas e horários no site do DFTrans, o que gera uma dificuldade ou até mesmo o desconhecimento de tais informações para quem usa diariamente o sistema BRT.

Confira abaixo os números para a consulta no site do DFTrans. Para uma compreensão maior dos leitores, o mesmo estará entre parênteses, seguido do número e nome da linha descritos nos itinerários dos coletivos.

Linhas Troncais - Gama

(2201) TR20 - Gama/Rodoviária do Plano Piloto (Expressa)

(2202) TR21 - Gama/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo)

Linhas alimentadoras - Gama

(3201) A200 - Circular Setor Central-Sul (Av. Pioneiros - Qd. 13, 15 e 17)

(3202) A201 - Setor Leste-Sul (Qd. 50)

(3203) A202 - Setor Leste-Sul (Presídio Feminino)

(3204) A203 - Setor Leste-Central

(3205) A204 - DF 383/Setor Oeste (Av. Pioneiros)

(3206) A205 - Setor Sul (lado oeste)

(3207) A206 - Setor Oeste

Linhas Troncais - Santa Maria

(2301) TR25 - Santa Maria/Rodoviária do Plano Piloto (Expressa)

(2302) TR26 - Santa Maria/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo)

Linhas alimentadoras - Santa Maria

(3302) A250 - Av. Alagados (100/200)/Terminal de Integração de Santa Maria

(3301) A251 - Av. Santa Maria (300/400)/Terminal de Integração de Santa Maria

(3303) A252 - DVO/Cond. Porto Rico/Terminal de Integração de Santa Maria

(3304) A253 - Cond. Santos Dumont/Expansão/Terminal de Integração de Santa Maria

(3305) A254 - DVO (DF-290)/Terminal de Integração de Santa Maria

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